O silêncio mora na janela,
e os gritos no cristal;
porém a luminosidade dá-me calor,
e o vento abráça-me com a sua dor.
A minha voz de sombra cobre a terra,
e as ondas dos mares trazem a agonia,
mas,o veneno que está no sangue,
é o sumo que eu bebia.
A escuridão já vem!
e a minha alma não está preparada!
mas dentro do coração,
eu não sinto nada!
As nuvens cobrem o fogo do sol,
E os pássaros da morte chegam a minha casa,
Mas, não há nada a fazer,
porque estou paralisado na cama.